Antes de a Draycott existir enquanto sociedade institucional, os seus sócios fundadores já investiam há quase duas décadas, tendo aplicado mais de 2 mil milhões de euros em mais de 100 transações, com retornos de referência.
Em 2022, João Coelho Borges reuniu essa experiência numa única plataforma e procurou os melhores profissionais para a desenvolver. Não como um ponto de partida, mas como a expressão institucional de um percurso mais longo e de uma missão clara: dar a mais pessoas em Portugal acesso a estratégias de investimento alternativo de referência, ajudando-as a afastarem-se de uma gestão excessivamente conservadora das suas poupanças. O que se seguiu foi uma expansão sustentada: de um único fundo para uma plataforma multiativos; de Portugal para a Península Ibérica; da Ibéria para toda a Europa.
Em todas as suas estratégias de investimento, a Draycott tem superado consistentemente o mercado. No Private Equity, concluiu três operações de referência — incluindo a Verescence (490 milhões de euros), a maior transação alguma vez liderada por um fundo português — e foi reconhecida durante dois anos consecutivos como a sociedade de Private Equity mais ativa em Portugal. No Imobiliário, desenvolveu projetos de referência nos segmentos residencial premium e da hotelaria, incluindo o Sublime. No Capital de Risco, a Shilling apoiou mais de 100 empresas, incluindo casos como Sword Health, Coverflex e Biocol Labs, continuando a acrescentar novas estratégias ao seu portefólio.
Em junho de 2026, com a aquisição de 100% da Square AM, a Draycott dá o passo mais significativo desde a sua fundação — a concretização natural de uma missão construída desde 2022. Com esta operação, a Draycott torna-se líder do maior segmento de fundos imobiliários abertos da Península Ibérica e passa a estar presente nos canais onde os portugueses efetivamente investem as suas poupanças. A missão mantém-se. A capacidade para a concretizar é agora diferente.